Construção civil: o que 2020 ainda promete para este setor

Com a crise econômica assolando o país nos últimos anos, nenhum dos setores produtivos conseguiu se recuperar de forma completa, gerando insatisfação e baixas. Contudo, a construção civil é uma das áreas que indica neste ano sua recuperação, sendo capaz de recompensar aqueles que estiverem de olho em seu setor.

A previsão de crescimento do PIB (produto interno bruto) da construção para este ano era de 3%, encerrando a série de quedas apresentada desde 2014. Depois de exibir vinte trimestres consecutivos de queda, o mercado de construção civil apresentou em 2019 uma recuperação, motivo que reaqueceu as obras e alavancou os investimentos, levando este setor a se tornar um dos segmentos com maior crescimento em 2020. 

Contudo, o Banco Central reduziu as expectativas de crescimento na economia devido o elevado grau de incerteza em decorrência da pandemia causada pelo Novo Coronavírus.

Para não ficar por fora do assunto e aproveitar as oportunidades que o mercado da construção civil ainda podem oferecer neste ano, separamos algumas informações sobre as melhorias do setor para que você mantenha-se atualizado. Confira conosco na leitura a seguir!
 

Segmentos em destaque no ano passado

Em 2019, o segmento que mais apresentou aumento foi o de autoconstrução e reformas, alimentado pelo crescimento do consumo de famílias e resultando na elevação de vendas e produção de materiais de construção. A projeção é que o PIB deste segmento apresentou uma elevação de 3%, seguido por serviços especializados como arquitetura e engenharia (2%) e infraestrutura (1%).
 

A retomada da construção civil 

Por conta de alguns fatores favoráveis, a construção civil está retomando seu ritmo no mercado imobiliário. A queda de taxas e o controle da inflação resultou na diminuição dos juros de financiamentos imobiliários, tornando-os ainda mais acessíveis para a população. 

Por esse motivo, famílias sentem-se mais seguras para tomar um crédito imobiliário a longo prazo atualmente do que em relação à outros anos, e investidores retornam a investir em patrimônios devido a atratividade das aplicações financeiras.
 

Motivos que indicam a melhoria do setor nos próximos anos

Depois de inúmeros trimestres de quedas consecutivas, o mercado conseguiu subir 2% no ano passado, avançando 5,2% em relação à 2018. Além disso, o setor avançou 0,9% em números de pessoas empregadas. Segundo o IBGE, isso é resultado do impulsionamento de setor na alta de 10,7% em crédito para financiamento habitacional.

De acordo com dados da revista Exame, a venda de máquinas de construção teve alta de 37% em 2019, também devido ao reaquecimento do setor imobiliário, e o ICST (Índice de Confiança da Construção), calculado pela FGV/IBRE, chegou a 84,7 no final do ano passado, sendo o maior número atingido desde o início de 2015.

Com menores custos oferecidos por bancos que os praticados no passado devido às condições de financiamento mais favoráveis, os empreendimentos da construção civil têm recebido estímulos positivos, assim como o cliente final e os investidores em mercado imobiliário.

Com a diminuição da taxa Selic para 3% ao ano, menor da história,  a expectativa do mercado era que a o valor continuasse caindo, com uma previsão de encerrar o ano de 2020 em 2,75%. Tais estimativas apresentavam impacto positivo nos valores de financiamento imobiliário, direcionando investidores familiarizados com a remuneração por renda fixa a buscar alternativas mais promissoras durante a crise, como o mercado imobiliário.

A pandemia do Novo Coronavírus mudou o cenário nacional e também mundial em em relação à política monetária. O valor atual da taxa Selic vista como adequada pelo Banco Central em seu novo patamar é de 2,25% ao ano, entretanto, a maior variação de riscos e novas informações sobre a conjuntura econômica serão fundamentais para definir os próximos passos.
 

Nova linha de crédito imobiliário

Uma das preocupações que a indústria da construção civil havia demonstrado era com o futuro indefinido do programa Minha Casa Minha Vida, em especial para a faixa 1, responsável por atender famílias que recebem os maiores descontos, com renda de até R$ 1,8 mil.

Contudo, no final de 2019 e início 2020, algumas notícias tornaram este cenário mais otimista. O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, foi o responsável por anunciar a novidade: uma nova linha de crédito imobiliário com taxas de juros pré-fixadas.

Ou seja, a partir de março, a correção dos juros será baseada em valores pré-fixados. Isso significa que, antes mesmo de realizar o financiamento, será possível saber de quanto será a dívida final, podendo realizar o cálculo total. Juros do IPCA (índice de preços ao consumidor amplo) ou TR (taxa referencial) não vão incidir sobre a modalidade.

No conteúdo acima você pôde perceber como a construção civil deve retomar sua força e continuar a se reestruturar em 2020. Com suas melhorias, o mercado imobiliário retoma também seu ritmo, tornando este ano um dos melhores momentos para investir no primeiro imóvel

Gostou destas informações? Então, continue mantendo-se atualizado sobre o setor da construção civil, mercado imobiliário e empreendimentos de qualidade. Acesse nosso blog e fique sempre por dentro destes e outros assuntos!

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