O seu dinheiro está seguro no banco? Confira 8 dicas para aproveitar boas oportunidades na crise.

Será que o seu dinheiro está seguro no banco? Onde você pode deixar o dinheiro guardado? Quais são os riscos de uma possível crise econômica na sua vida? Essa e outras perguntas vamos responder com 8 dicas para você colocar em prática e aproveitar as grandes oportunidades na crise do corona vírus. Acompanhe a gente nessa leitura! 

A poupança é o investimento mais comum entre os brasileiros, mas com as quedas da taxa de Selic a projeção de rendimento da poupança para 2020 não é boa: estima-se que ela passe a render menos que a inflação e isso quer dizer que você estará perdendo dinheiro

Com a pandemia do novo corona vírus, muito tem se falado dos efeitos negativos na economia e perguntas como essas tem assombrado a vida de muitas pessoas. 

Por isso, nós da Urben criamos esse post, para você manter a calma, aproveitar boas oportunidades na crise, proteger o seu dinheiro, manter as contas em ordem e te apresentar as principais medidas que o governo lançou para te ajudar neste momento difícil.

Confira! 

 

Dica 1: Mantenha-se calmo.

Empresas fechando, medo de demissões, preços subindo...Parece que tudo caminha para dificultar as nossas vidas. Para muitos, o momento em que vivemos é de hesitação, medo e ansiedade em relação à saúde, emprego, economia e outros setores. Mas, não é momento de pânico! Mantenha-se calmo e analise todas as situações. Se algumas pessoas foram demitidas não quer dizer que isso vai acontecer com você.

Para sair desse período e não estagnar sua vida, é preciso tomar atitudes que mantém você motivado e preparado para qualquer situação. 

 

Dica 2: Esteja preparado para boas oportunidades na crise. 

De maneira alguma o medo deve ser motivo para você ficar desanimado com a vida, parar de investir ou achar que não tem possibilidade de crescer e melhorar mesmo em tempos turbulentos.

A crise não é um momento de total retração em todos os setores e nem tampouco uma fase apenas de piora ou falta de oportunidades. Mesmo com a redução no consumo, alguns mercados crescem e o potencial para investimentos é grande. Este é o momento em que você pode se preparar para ganhar muito com bons investimentos.

Crise não é tempo de se encolher e deixar de investir, mas sim de buscar e aproveitar as oportunidades que o momento complicado oferece (e elas não são poucas). O recado é bem simples: muita riqueza é construída a partir de decisões inteligentes tomadas em meio à crise.

Taxas de juros baixas, ações baratas e imóveis que podem ser comprados e revendidos com lucro, são apenas três exemplos de como a crise pode ser interessante para quem se preparou e que valoriza a educação financeira.

Já parou para pensar que talvez esse momento de quarentena seja o empurrãozinho que faltava para você aprender mais sobre educação financeira? 

No site da Caixa Econômica Federal você encontra várias aulas gratuitas sobre Educação Financeira, que te ajudará a investir melhor o seu dinheiro. 

 

Dica 3: Mantenha sua saúde mental para tomar boas decisões. 

Não esqueça de cuidar da sua saúde mental e física. Com tanta pressão, você pode começar a ficar ansioso ou não dormir direito. Por isso, cuide da saúde e pratique exercícios físicos.

Você precisa também saber a hora de relaxar. Por isso, escolha fazer alguma atividade relaxante e curta intensamente tudo que mais gosta. Nesses momentos, tente esquecer a pressão e aproveitar. 

 

Dica 4: Questione tudo. Seja seletivo na informação.

Questione: procure provas de realidade e dados confiáveis. Conheça os fatos e dados confiáveis oferecidos pelos meios de comunicação oficiais e científicos e fuja de informações que não provenham dessas fontes, evitando informações e imagens alarmistas.

Evite informações em excesso. Estar permanentemente conectado não o deixará mais bem informado e poderia aumentar desnecessariamente sua sensação de risco e nervosismo.

Comprove a autenticidade das informações que você compartilha. Se você usa as redes sociais para se informar, procure fazê-lo com fontes oficiais.

Mesmo que o mundo inteiro entre em crise, existem alguns segmentos que possuem números positivos no mercado. Por isso, não se deixe abalar por comentários negativos ou reportagens na televisão. Analise cuidadosamente o mercado onde está inserido, quais são seus concorrentes e o que é necessário fazer para evoluir.

 

Dica 5: Agarre as boas oportunidades na crise. Evolua!

Faça novos cursos, e leve mais conhecimento para sua vida e sua empresa. Muitas instituições estão liberando cursos gratuitos para quem quer se aperfeiçoar, aproveite o máximo que puder. Tempo bem aproveitado também é um ótimo investimento!

A crise não dura para sempre. Por isso, depois de colocar em prática todas as atitudes para amenizá-la e continuar motivado, pense no futuro. Lembre-se de que logo isso vai melhorar e se você se preparar melhor agora, vai poder aproveitar mais lá na frente.  

 

Dica 6: Cuidado com a poupança. Proteja o seu dinheiro! 

Desde o início do ano, o governo vem reduzindo a Taxa Selic (taxa básica de juros) o que levou a ter hoje em dia a taxa mínima histórica. Com a Taxa Selic baixa, manter o dinheiro guardado deixa de ser atrativo e torna-se até um risco. Portanto torna-se necessário buscar outras formas de investimento. Por outro lado, os empréstimos no geral ficam mais baratos, tornando ainda mais atrativo o financiamento para sair do aluguel e finalmente conquistar a casa própria. 

A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamentos) e para remunerar investimentos corrigidos por ela. Essa é uma forma de estimular o consumo e a produção. No longo prazo, isso gera um aumento de demanda e pode acarretar no aumento da inflação. 

A inflação é uma velha conhecida dos brasileiros. Ela é usada para explicar o aumento no preço de produtos, de aluguel, de salários e também é o motivo pelo qual o seu poder de compra diminui ao longo dos anos. De forma resumida, a inflação indica o aumento generalizado ou contínuo dos preços de uma série de categorias de bens e serviços importantes no dia a dia das pessoas.

 

Dica 7: Saiba onde investir.

Agora que você já sabe o que é a Taxa Selic e como ela influencia na sua vida, você poderá tomar melhores decisões financeiras. Pesquise investimentos que protejam melhor o seu dinheiro, mas não esqueça de manter a sua reserva de emergência. 

Sabe aquele dinheiro guardado que pode salvar as contas no final do mês depois de um aperto? Pois é, este valor é o que se conhece como reserva de emergência ou reserva financeira. É um valor importante que se guarda para momentos de eventuais necessidades e imprevistos que possam acontecer.

Um erro comum dos brasileiros é achar que deixar dinheiro na poupança é a mesma coisa que investir. Por ter um rendimento muito baixo frente a outras alternativas do mercado financeiro, a caderneta não pode ser considerada um investimento, principalmente para construção de reserva de emergência.

 

Dica 8: Saiba se é o momento de investir.

Para muitos, o momento em que vivemos é ainda grande hesitação, medo e ansiedade em relação à saúde, emprego, economia e outros setores. Entretanto, a moradia não pode se tornar um motivo de insegurança, mesmo durante à crise atual, principalmente porque o setor imobiliário é hoje um dos mais atrativos para investimento. 

O período de recessão e isolamento social trouxe para muitos brasileiros que não atuam em setores essenciais a incerteza de continuar empregado, recebendo de forma ativa. Esse é um dos medos de investir em um imóvel novo, impedindo o futuro comprador de aproveitar o grande momento de taxas reduzidas.

Contudo, a Secretaria do Trabalho e Caixa Econômica Federal garantem segurança para o trabalhador por meio do seguro-desemprego mediante à pandemia, atestando que ninguém fique desamparado.

Além disso, medidas para amenizar o impacto no mercado imobiliário foram realizadas pela Caixa, além de bancos melhorarem as condições de financiamento. Para os colaboradores que perderem seus empregos sem justa causa no período da pandemia, o pedido de seguro-desemprego pode ser feito exclusivamente por meios eletrônicos, visto que, as agências da Secretaria do Trabalho estão fechadas, em respeito ao decreto de isolamento social.

Com o objetivo de estimular o setor da construção civil durante a crise, a Caixa Econômica Federal anunciou um pacote no valor de 43 bilhões de reais a serem utilizados durante a o período da pandemia.

Essa medida será responsável por gerar 1,2 milhão de empregos e 530 mil unidades habitacionais, beneficiando milhares de famílias que pretendem sair do aluguel.

Além disso, a Caixa ainda vai incentivar novos compradores, estendendo o prazo para começar a pagar as prestações para 6 meses, com medidas que já entraram em vigor. A instituição ainda está renegociando créditos a vencer, pausando prestações e aumentando o prazo de reservas orçamentárias, na intenção de favorecer o comprador que decidiu sair do aluguel.

Portanto se você está em dia com suas contas e ainda não possui imóvel e tem o sonho de conquistar a casa própria talvez essa seja a oportunidade perfeita que faltava para você financiar o seu imóvel. 

 

 

Principais medidas governamentais para te ajudar neste momento: 

  • O governo sancionou o projeto de Lei que institui o auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais (MEIs) de famílias de baixa renda e trabalhadores intermitentes que estejam inativos no momento e, portanto, sem receber. Mães que sejam as únicas responsáveis pelo sustento de suas famílias poderão receber até R$1200. Veja mais informações e se inscreva no site.
     
  • Foram publicadas as Medidas Provisórias nºs 935 e 936 que garantem a complementação de salários para os trabalhadores que terão suas cargas horárias e remunerações reduzidas por até três meses. Dessa forma, as MPs instituem o benefício emergencial de preservação do emprego e da renda que tomará como base o valor mensal do seguro-desemprego que trabalhadores teriam direito caso fossem demitidos. A medida tem custo superior a R$ 51 bilhões. As reduções estabelecidas são de 25%, 50% e 70% que serão negociados a partir de acordos individuais e coletivos, conforme as faixas salariais dos trabalhadores. O valor da hora de trabalho será preservado. A iniciativa atinge 24,5 milhões de trabalhadores e alcança, inclusive, os trabalhadores domésticos. A MP 936 também permite a suspensão do contrato de trabalho, por no máximo dois meses, com o pagamento de 100% do valor respectivo do seguro-desemprego. No entanto, o valor do seguro-desemprego dos trabalhadores não será impactado. Os recursos utilizados pelo programa serão custeados pelo Tesouro Nacional. Instrumento legal: Medidas Provisórias nºs 935 e 936 (em vigor);
     
  • O governo também anunciou a isenção do Imposto para Operações Financeiras (IOF) para as operações de crédito por 90 dias. O tributo é pago quando cidadão faz um empréstimo, compra moeda estrangeira ou contrata um seguro, por exemplo. A medida se alinha ao amplo programa de linhas de crédito especiais que o governo vai oferecer ao setor produtivo, com juros reduzidos. Na prática, a medida vai reduzir ainda mais o custo das operações de crédito. O impacto total da desoneração é de R$ 7 bilhões. Instrumento Normativo: Decreto 10.305 (em vigor);
     
  • O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na terça-feira (31/03) que já seriam R$ 750 bilhões destinados à saúde dos brasileiros e à manutenção dos empregos. Ele destacou que esses recursos vão continuar subindo nos próximos dias de forma a garantir a saúde dos brasileiros e a manutenção dos empregos;
     
  • Foi anunciada uma linha de financiamento a juros reduzidos para pequenas e médias empresas no valor de R$ 40 bilhões. O objetivo é custear a folha de pagamento dessas empresas e garantir empregos. Pela iniciativa, o governo vai arcar com os salários de funcionários no valor de até dois salários mínimos (R$ 2.090) durante dois meses. Instrumentos normativos: Medida Provisória 944 (em vigor) e Resolução CMN;
  • Durante esse período, a empresa que aceitar o financiamento não poderá demitir seus trabalhadores. A linha de crédito prevê juros de 3,75% ao ano, com zero de spread bancário, ou seja, não haverá lucros para os bancos nesta operação;

  • Haverá também uma carência de seis meses para que as empresas começarem a pagar o empréstimo que poderá ser pago em até 36 meses;

  • A medida vai beneficiar mais de 12 milhões de trabalhadores e 1,4 milhão de pequenas e médias empresas (que possuem faturamento anual de R$ 360 mil a R$10 milhões ao ano) em todo o país;

  • A Caixa também vai permitir o adiamento do pagamento das parcelas de quem tem financiamento imobiliário, por três meses, beneficiando 800 mil famílias;

  • O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, no dia 6 de maio, cortar a taxa básica de juro da economia de 3,75% para 3,00% ao ano — o menor patamar histórico. Trata-se da sétima redução consecutiva no atual ciclo de baixa iniciado em julho do ano passado. Esta medida levou algumas agências bancárias a reduzirem também os encargos de suas linhas de crédito pessoal e imobiliário, tornando ainda mais atrativo o financiamento para sair do aluguel e finalmente conquistar a casa própria.

  • Liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que vai permitir saques de R$ 1.045 por trabalhador. Os valores poderão ser retirados a partir de 15 de junho e ficarão disponíveis até 31 de dezembro.

  • Antecipação do abono salarial para junho, com liberação de R$ 12,8 bilhões.

  • INSS autorizou a antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045) mensal para trabalhadores que estão na fila do auxílio-doença ou que solicitarem o benefício.

  • Antecipação da primeira parcela do 13º de aposentados e pensionistas do INSS.

  • Redução do limite de taxa de juros nas operações de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS de 2,08% para 1,80% ao mês. 

    Confira todas as medidas. 

E se você tem dúvidas de como manter as contas em dia e ter uma relação saudável com o dinheiro, não deixe de fazer um planejamento financeiro. Essa prática é capaz de evitar gastos desnecessários 
e permitir investimentos em algo realmente essencial.

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